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Hospital de Clínicas da UFU adota medidas para enfrentamento do coronavírus em Uberlândia

17 de março de 2020

O Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU) divulgou medidas de conduta de uma força-tarefa para o combate à pandemia de coronavírus nos próximos 15 dias a contar da próxima quinta-feira (19).

Nesta segunda-feira (16), cinco novos casos suspeitos de coronavírus em investigação foram registrados. A cidade continua sem confirmações da doença e com cinco casos descartados.

Alguns serviços não essenciais, atividades voluntárias e eventos acadêmicos serão suspensos. Visitas de acompanhantes serão restritas. Reuniões mais importantes poderão usar vídeo-conferência.

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Kremlin pede que repórteres fiquem longe de Putin para prevenir coronavírus

14 de março de 2020

O Kremlin pediu hoje (13) aos repórteres que acompanham o presidente Vladimir Putin que não compareçam a eventos oficiais caso se sintam indispostos, uma medida de precaução para proteger do coronavírus os funcionários do governo.

Fonte: undefined – iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2020-03-13/kremlin-pede-que-reporteres-fiquem-longe-de-putin-para-prevenir-coronavirus.html

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Últimas notícias de coronavírus de 14 de março

14 de março de 2020

O número de casos importados de Covid-19 na China superou os registros de contaminação local. Dos 11 novos casos registrados neste sábado (14), sete são de pessoas que vieram do estrangeiro. Apenas quatro foram registrados em Wuhan, cidade onde a epidemia surgiu no fim de 2019.

Os casos importados foram registrados em Xangai (quatro), na província de Gansu (dois) e em Pequim (um). Nesta semana, o município de Pequim decretou quarentena obrigatória de 14 dias para qualquer um procedente do exterior.

  • ‘Perguntas e respostas’: assista à série especial de vídeos
  • GUIA ILUSTRADO: sintomas, transmissão e prevenção
  • Coronavírus: veja perguntas e respostas

O presidente chinês, Xi Jinping, afirma que a epidemia está “praticamente detida” no país, mas as autoridades sanitárias permanecem em alerta diante da chegada de viajantes infectados, especialmente de Irã, Coreia do Sul, Itália e Estados Unidos.

O Ministério da Saúde chinês informou que mais 13 pessoas morreram por causa do vírus, elevando a 3.189 o número total de óbitos na China continental (sem contar os balanços das regiões de Hong Kong e Macau).

Mais de 80,8 mil pessoas foram contaminadas no país, das quais mais de 65 mil (80%) já estão curadas. A melhora sensível da situação levou as autoridades chinesas a aliviar as restrições de deslocamento impostas aos 56 milhões de habitantes da província de Hubei, onde fica Wuhan.

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Trump declara coronavírus emergência nacional nos EUA

14 de março de 2020

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta sexta-feira, 13, emergência nacional devido ao rápido avanço da pandemia de coronavírus, abrindo as portas para mais ajuda federal para combater a doença no país.

Coronavírus: veja notícias e saiba como se prevenir

Os Estados Unidos têm 1.872 casos de Covid-19 confirmados até agora, além de 41 mortes. O temor da propagação da doença no país levou à escassez de produtos nas prateleiras de mercados e forçou os governadores de seis estados a anunciar o fechamento de escolas por um período de até duas semanas.

Trump vinha sendo pressionado para declarar estado de emergência sob a lei de 1988, que permite que a Federal Emergency Management Agency (FEMA) forneça fundos de até 40 bilhões de dólares para governos estaduais e municipais, além de equipes de suporte. A medida raramente é utilizada. O ex-presidente Bill Clinton, em 2000, declarou tal emergência para o vírus do Nilo Ocidental.

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Políticos e partidos prestam homenagens a Gustavo Bebianno, morto no RJ…

14 de março de 2020

Ex-secretário geral da Presidência, Gustavo Bebianno morreu na manhã de hoje em Teresópolis, na região serrana do Rio de Janeiro. A informação foi dada pelo jornal O Globo e confirmada pela reportagem do UOL. Ele tinha 56 anos de idade e sofreu um infarto fulminante. Ao UOL, o presidente do diretório do PSDB do Rio de Janeiro, Paulo Marinho, disse que ele passou mal por volta das 4h de hoje. “Infelizmente, é verdade. Passou mal, foi levado ao hospital, tentaram reanimá-lo, mas não resistiu”, afirmou por telefone…. – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/03/14/ex-ministro-de-bolsonaro-gustavo-bebiano-morre-no-rio-diz-jornal.htm?cmpid=copiaecola

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Brasil mantém estoque de dólares em nível confortável

12 de março de 2020

BC dispõe de reservas em quantidade adequada; níveis continuam elevados para padrões internacionais

Ainda que a venda de reservas em moeda forte seja motivo de controvérsia econômica e política, dados apontam que os montantes em poder do Banco Central continuam em níveis elevados para padrões internacionais.

Segundo parâmetros adotados pelo FMI (Fundo Monetário Internacional), que levam em conta compromissos imediatos da dívida externa, importações e volume de dinheiro em aplicações financeiras domésticas, o BC dispõe de reservas em quantidade adequada —ou até acima disso.

O Brasil fechou o ano passado com reservas cambiais de US$ 356,9 bilhões. Pela métrica do FMI, o índice de adequação é de 1,55 (ou 155%), numa escala que considera ideais, em tese, cifras entre 1 e 1,5.

O montante caiu na segunda-feira (9), quando o BC vendeu quase ]US$ 3,5 bilhões para enfrentar a disparada do dólar, decorrente das tensões associadas ao coronavírus e à queda dos preços do petróleo.

Nada, porém, capaz de levar as reservas a um patamar tido como desconfortável. Poucos países do mundo, aliás, contam com tantas divisas no caixa em termos relativos.

Os latino-americanos Argentina e México, por exemplo, marcam 0,79 e 1,16, respectivamente, na conta de adequação do FMI, enquanto a gigante China tem apenas 0,83. Entre os principais emergentes, os maiores números em 2019 são de Rússia (3,14) e Índia (1,58).

A folga brasileira —ou excesso, conforme o ponto de vista— já foi maior. Em 2018, as reservas somavam US$ 374,7 bilhões, com adequação de 1,68 para o FMI.

No ano passado, o Banco Central voltou a vender dólares à vista —US$ 36,9 bilhões, precisamente— ao mercado financeiro, o que não acontecia desde a década anterior.

Rompeu-se, assim, um tabu segundo o qual as reservas apenas deveriam servir como uma espécie de bomba atômica —a ser ostentada, mas não utilizada de fato.

A medida suscita polêmica, uma vez que parâmetros como o adotado pelo FMI são apenas indicativos. Não há ciência exata a definir os montantes ideias de reservas.

O tema foi politizado, além disso, porque a acumulação de dólares pelo BC foi uma marca das administrações petistas.

Países emergentes precisam acumular divisas porque suas moedas não são aceitas em transações internacionais de crédito e comércio. Historicamente, o Brasil viveu crises econômicas profundas quando se viu desprovido de recursos para importações e pagamento de credores.

É um erro comum, entretanto, imaginar que a venda de reservas corresponde a uma perda de patrimônio público.

Cada dólar em poder do BC foi obtido por meio de endividamento público em moeda nacional, sobre os quais incidem juros mais elevados que os praticados no exterior.

Quando se desfaz dos dólares, o BC recebe reais que abatem a dívida do governo. A situação orçamentária melhora, com menos juros a pagar.

A dúvida é até que ponto o órgão vai deixar as reservas caírem —questão formulada pelo ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa, colunista da Folha, em publicação recente da Fundação Getulio Vargas.

Ele observa que, alternativamente, podem-se negociar swaps cambiais  —operação realizada em moeda nacional, mas corrigida pela variação do câmbio, que se tornou usual nesta década.

Barbosa aponta que há espaço para a venda de cerca de US$ 70 bilhões, entre reservas e swaps, se a ideia for preservar o nível mínimo registrado em 2014-15 (na combinação das duas variáveis). Esse seria, porém, um cenário extremo e indesejável.

O economista e consultor Gustavo Loyola, ex-presidente do BC, não fala em valores, mas considera haver margem para mais intervenções no mercado. “A arte está em não desperdiçar munição”, afirma.

Em outras palavras, não se deve buscar uma determinada cotação para o dólar, mas apenas atuar contra oscilações bruscas nos momentos de incerteza e evitar episódios de desabastecimento.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/03/brasil-vende-reservas-internacionais-mas-segue-com-estoque-de-dolares-em-nivel-confortavel.shtml

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BB e Caixa fazem frente à turbulência global

11 de março de 2020

Segundo presidentes dos bancos oficiais, ideia é ampliar o volume de recursos disponíveis para empréstimos de capital de giro e de financiamento à casa própria

O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal vão reforçar suas linhas de crédito para fazer frente à turbulência dos mercados globais com os efeitos do cornavírus e da queda abrupta do preço do petróleo.

O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, acenou com o reforço na oferta de linhas de  crédito para atender a necessidade de capital de giro das empresas. Novaes disse ao Estado que o BB está preparado para ser a “ponte” necessária para os nossos clientes e empreendedores nos momentos de volatilidade e de necessidade de capital de giro.

A confiança na retomada da economia continua inalterada, segundo ele. “É natural que os ânimos do mercado se exaltem diante de incertezas, mas os fundamentos econômicos de longo prazo não mudaram, continuam sólidos” avaliou.

Na crise global de 2008, o BB e Caixa Econômica Federal  tiveram papel central na oferta de crédito para as empresas. A ação foi coordenada para dar fôlego à economia.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, antecipou ao Estado que o banco vai reforçar as linhas de crédito para pessoa física e empresas, principalmente as do setor imobiliário. “Nós estamos, inclusive, num momento muito forte do mercado imobiliário. E como atuamos muito nesse segmento, estamos preparados, para se houver, concomitante alguma problema de curto prazo, ajudar”, disse ele.

Para Guimarães, a turbulência de hoje é temporária. “É uma questão absolutamente temporária e teremos reforço em especial nas linhas que temos foco, na parte das pequenas empresas, do crédito para pessoa física”, disse ele. O presidente da Caixa ressaltou que o banco está só esperando a regulamentação do Conselho Curador do FGTS para lançar a linha de crédito que antecipa os valores do saque-aniversário.

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Bolsas e petróleo sobem, mas longe de reparar perdas

11 de março de 2020

Preço do barril subia cerca de 7% às 6h desta terça-feira, enquanto bolsas asiáticas fecharam o pregão em leve alta

Após mais de 24 horas de caos nos mercados globais no começo desta semana, o dia deve ser de algum alento nesta terça-feira, 10.

As bolsas asiáticas fecharam o pregão nesta madrugada em alta, ainda que não o suficiente para recuperar as perdas da segunda-feira, 9. Os índices de Shenzhen e Xangai tiveram alta de 2,65% e 1,82%, respectivamente. Em Hong Kong, a alta foi de 1,41%. O índice MSCI (de ações Ásia-Pacífico, com exceção do Japão) teve alta de 1,36% após cair mais de 5% na segunda-feira. Além de um movimento natural de recuperação das quedas bruscas do dia anterior, a alta nos mercados vem sobretudo em meio a uma expectativa dos mercados de que os governos mundo afora anunciem estímulos para a economia em meio à epidemia do coronavírus e aos potenciais problemas de demanda das commodities.

A alta mais tímida ficou no Japão, com o índice Nikkei subindo somente 0,85%, à medida em que o país enfrenta sinais fracos em sua própria economia e terminou 2019 em recessão, podendo ser ainda mais afetado por uma crise global.

No resto do dia, as bolsas do Ocidente devem acompanhar as altas da Ásia. O índice europeu Stoxx 600 subia 2,6% às 6h, enquanto o FTSE de Londres operava em alta de 2,8% — o índice conta com grandes petroleiras europeias, como a Royal Dutch Shell e a BP. Os contratos futuros do americano S&P 500 subiam mais de 3% às 6h, após queda de 7,6% na segunda-feira.

Já o protagonista da crise, o barril de petróleo, variava entre alta de 5% e 7% por volta das 6h. Na segunda-feira, o preço do barril fechou em queda de 24% em meio à decisão da Arábia Saudita de reduzir seus preços e aumentar a produção. “Do ponto de vista fiscal, a atual cotação do petróleo é insustentável para os países que dependem da commodity. A Arábia Saudita não vai conseguir manter esse preço por muito tempo”, diz Jason Vieira, economista-chefe da Infinity Asset, após as quedas de segunda-feira.

No Brasil, o Ibovespa fechou o dia em queda de 12,17% na segunda-feira, a 86.067,20 pontos. Só a Petrobrás perdeu 91,16 bilhões de reais em valor de mercado, com queda de 30% no valor de suas ações. Apesar da alta nas bolsas asiáticas, o momento ainda é de incerteza. “Há uma semana a oportunidade era nos 100 mil pontos. Agora o Ibovespa já está em 88 mil. Então o melhor é esperar o cenário externo acalmar. Uma hora essas quedas vão gerar oportunidades, mas a hora não é agora”, diz Jefferson Laatus, estrategista-chefe e fundador do Grupo Laatus. O mecanismo de contenção da volatilidade chegou a ser acionado na B3 e nos Estados Unidos – o chamado “circuit breaker”, que no Brasil paralisa o pregão após queda acima de 10%.

A alta e baixa do petróleo nesses últimos dois dias representou a maior volatilidade do preço em 30 anos. O índice VIX, chamado “índice do medo”, fechou a segunda-feira em alta de quase 10% e acumula alta de mais de 60% nos últimos cinco dias. Não à toa, o preço do ouro, visto como ativo de segurança, bateu em seu maior preço em quatro anos, assim como o dólar, que vem apresentando altas sucessivas frente às moedas estrangeiras — no Brasil, a moeda americana fechou a segunda-feira a 4,72 reais, alta de 1,97%. Apesar disso, a expectativa para a terça-feira é que o dia transcorra sem que nenhum circuit breaker precise ser acionado.

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Exportações da China para o mundo e Brasil para China

11 de março de 2020

Exportações da China para o mundo despencam 17,2% no primeiro bimestre de 2020, enquanto Brasil para China crescem 20,9%

Epidemia de coronavírus afeta a atividade econômica e desorganiza a rede de abastecimento de alimentos.

As exportações da China despencaram 17,2% nos meses de janeiro e fevereiro de 2020, em meio à epidemia de coronavírus que afeta a atividade econômica e desorganiza a rede de abastecimento de alimentos, informou a Alfândega chinesa.

Trata-se da maior redução das exportações do gigante asiático desde fevereiro de 2019, em plena guerra comercial com os Estados Unidos.

As importações chinesas caíram 4% no primeiro bimestre de 2020, segundo dados oficiais.

O superávit comercial da China com os Estados Unidos – centro da disputa comercial entre os dois países – caiu 40% no primeiro bimestre do ano, de US$ 42 bilhões no ano passado para US$ 25,4 bilhões.

De acordo com a Comissão Nacional de Saúde, nas últimas 24 horas foram identificados 99 novos casos confirmados de infecção, contra 143 na sexta-feira (6), mas se verificou um aumento de registros fora da província de Hubei, epicentro da epidemia.

A Comissão relatou 24 casos confirmados ‘importados’, número que reforça os temores sobre um eventual aumento da propagação da epidemia na China por pessoas procedentes do exterior.

Em 92 países, o número de infectados na noite desta sexta era de 100.871, dos quais 3.459 morreram.

Exportações do Brasil para a China saltam 20,9% em fevereiro

Coronavírus ainda não impacta

País vende US$ 4,7 bilhões à chineses

O Brasil exportou para a China em fevereiro 20,9% a mais que no mesmo mês de 2019, apesar da desaceleração da economia chinesa devido aos impactos do novo coronavírus. As vendas de produtos para a região somaram US$ 4,724 bilhões no mês passado. A alta foi puxada por uma maior demanda por petróleo, carne, minérios e algodão.

Até o momento, o novo coronavírus já infectou 90.301 pessoas, deixando 3.086 mortos. A maioria foi na China: 80.026 infectados e 2.912 mortos. O país reagiu isolando cidades, fechando fábricas e outros serviços.

Isso importa porque a China influencia nos resultados dos indicadores econômicos nacionais por ser a principal parceira comercial do Brasil. Em janeiro, a demanda menor da China já havia sido 1 dos principais responsáveis pelo deficit de US$ 1,7 bilhão na balança brasileira.

Muitas das exportações consumadas em fevereiro de 2020 foram contratadas há meses e o impacto da retração econômica nas vendas externas será sentido com mais vigor a partir de abril e maio –porque pedidos de compra poderão ser cancelados agora.

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O que muda na nova lei das franquias?

11 de março de 2020

Nova lei das franquias exige que redes sejam mais transparentes

A partir do fim de março, marca terá que fornecer mais dados a interessados em investir no negócio

A partir de 26 de março, começam a valer novas regras para a atividade das franquias no Brasil. O objetivo é aumentar o grau de transparência  entre o franqueador e seus franqueados.

A nova lei substituirá a antiga legislação, de 1994. Uma das alterações mais importantes é o acréscimo de informações que a rede precisa fornecer na COF (circular de oferta de franquia), documento que apresenta o negócio  para os interessados.

Já deveria constar na circular, segundo a norma antiga, uma lista com o contato de todos os franqueados e também daqueles que saíram da marca nos últimos 12 meses. Agora, esse prazo foi estendido para dois anos.

O documento também deverá apresentar as regras para sucessão na franqueadora, as condições para renovação do contrato  e as situações em que há aplicação de multas ao empreendedor, bem como os seus valores.

A COF terá que explicar como funciona a concorrência na franquia —por exemplo, se outras unidades poderão ser abertas próximas à do franqueado ou se ele terá preferência, caso a rede decida inaugurar um ponto na região.

Esse esclarecimento trazido pela nova lei é positivo, de acordo com a advogada Karina Penna Neves, sócia da Innocenti Advogados. Isso porque questões ligadas à concorrência são hoje a maior causa de conflitos entre franqueador e franqueado, diz ela.

O documento deverá informar se, em caso de disputa entre as duas partes, a Justiça comum será acionada ou se a questão será resolvida por arbitragem (forma de resolução de conflitos que não passa pelo sistema Judiciário).

“A nova lei exige que a relação entre franqueador e franqueado seja mais transparente, de forma que a rede se exponha mais”, diz Ana Vecchi, consultora empresarial especializada em franquias.

Já era exigido que a COF indicasse, entre outros pontos, as ações judiciais que citassem a empresa franqueadora, o histórico do negócio, seu balanço financeiro e os custos iniciais de operação —tudo isso permanece igual.

Ler o documento com cuidado antes de assinar o contrato com a marca sempre foi essencial para que o empreendedor avalie se deve ou não investir no negócio. Agora, o empresário poderá tomar uma decisão mais bem fundamentada.

O dentista Cheong Kuo Cheng, 38, dono de uma unidade da rede de clínicas odontológicas Orthodontic, ressalta a importância do documento para quem tem interesse em adquirir uma franquia.

“A leitura da COF foi importante para a minha decisão de entrar para a rede, porque ali são colocadas as regras do jogo”, afirma.

Dono de dois restaurantes da marca Montana Grill, o empresário Alex Piton, 35, aponta que também é fundamental para o interessado consultar o balanço da companhia e procurar franqueados.

“Não tem outra forma de saber o que está acontecendo no dia a dia do negócio”, diz.

Quem quer abrir uma franquia tem que esperar ao menos dez dias após o recebimento da COF para assinar contratos ou fazer pagamentos. Se a marca mentir ou omitir dados, o empreendedor tem direito de receber de volta o valor investido.

A nova lei também deixa claro que não há relação de consumo entre a rede e o franqueado. De acordo com Fernando Tardioli, que é diretor jurídico da ABF (Associação Brasileira de Franchising), havia casos em que o empresário que adquiria uma franquia entrava com ação contra a companhia alegando o direito de arrependimento, previsto no Código de Defesa do Consumidor.

“Como se a franquia fosse um produto que ele tivesse comprado, não um negócio no qual decidiu investir”, afirma.

A lei também ressalta que não há vínculo empregatício entre os funcionários de uma rede e o seu franqueador.

Como explica a advogada Karina Penna Neves, a jurisprudência já reconhecia a ausência de relação de consumo e do vínculo trabalhista, mas o resultado dependia da interpretação do juiz sobre cada caso, o que representava um risco.

Antes de ter seus restaurantes, Alex Piton também foi franqueador e passou por apuros quando um franqueado o colocou como coparticipante nas ações trabalhistas que vinha sofrendo.

“Você tem que colocar advogado no caso, tem conta bloqueada. É um custo alto para se defender de algo que não tem nada a ver com você”, afirma ele.

Outra novidade na lei é o reconhecimento de que a marca pode alugar um ponto comercial  e sublocá-lo ao seu franqueado.

No caso de Cheng, a sublocação o ajudou a viabilizar a sua clínica. Isso porque seu contrato com a Orthodontic previa a entrega de um espaço já montado, pronto para funcionar, no local escolhido pela franqueadora. Ele paga o aluguel à empresa.

A sublocação é uma prática comum, mas exige cuidado por parte do empreendedor.

“É preciso avaliar as suas condições. Pode ser que a marca esteja ajudando o empresário a entrar para a rede e a garantir o melhor ponto comercial, mas também pode ser que ele tenha a intenção de, depois, tomar o ponto para si”, afirma a consultora Ana Vecchi.

O QUE MUDOU

COF  A circular de oferta de franquia deve ter mais informações, incluindo a lista de franqueados que saíram da rede nos últimos dois anos, as condições de renovação de contrato e as regras de concorrência entre os franqueados e as unidades da franqueadora

Sublocação  É permitido à rede alugar um ponto comercial e sublocá-lo ao franqueado. O valor cobrado pelo aluguel não pode inviabilizar a operação do empreendedor

Vínculo trabalhista  Fica expresso que não há vínculo entre a marca e os funcionários dos franqueados. Também não há relação de consumo entre a rede e os seus franqueados, ou seja, a franquia não é considerada um produto que foi adquirido

Arbitragem  Problemas entre a franqueadora e seus franqueados poderão ser resolvidos por arbitragem, e não pela Justiça comum, caso isso conste no contrato

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