
O distrito de São Luis Gonzaga foi contemplado pelo programa Alô Minas para a colocação de uma antena de telefonia móvel!
A conquista só foi possível porque a atual administração, juntamente com o legislativo municipal, há dois anos, viu a necessidade transformar o bairro em distrito. Foi um longo processo, burocrático e administrativo, que contou com a parceria da Fundação João Pinheiro. Todo o trabalho resultou na regulamentação do distrito de acordo com as leis estaduais, fazendo parte, inclusive, da cartografia do IBGE. A elevação a distrito permitiu que o São Luis Gonzaga pudesse participar de programas estaduais como o Alô Minas.
Mais uma conquista pelo empenho e trabalho do Prefeito Araujo e do Vice-Prefeito Toninho Roque em parceria com os vereadores!
Governo da Mudança a favor de todos!

Aquilo que protege também pode se tornar uma ameaça. Máscaras e luvas usadas para evitar o avanço do coronavírus devem ser descartadas de modo adequado!
– Descarte de luvas e máscaras deve ser realizado na coleta domiciliar regular ou nos contêineres, para lixo orgânico e rejeitos.
– O material não deve ser separado para coleta seletiva, destinada a recicláveis, nem ser doado sob hipótese alguma a catadores.
– Usar sacos duplos, fechados com lacre ou nó.
Governo da Mudança a favor de todos!

O Boletim Diário de Jacutinga é o canal oficial da Prefeitura para informar a população sobre os últimos dados relacionados ao coronavírus no município.

(Reuters) – A campanha de Joe Biden à presidência dos Estados Unidos e seus aliados do Partido Democrata criticaram a resposta do presidente Donald Trump ao coronavírus, apostando que a questão será fundamental para os eleitores norte-americanos em novembro.
Semanas atrás, os democratas pisavam em ovos enquanto Trump estava nos holofotes comandando os pronunciamentos diários sobre o vírus, hesitantes para evitar não parecer muito partidários enquanto a pandemia avançava cobrando seu preço sobre os empregos e saúde dos americanos.
Agora democratas acreditam que semanas de performances não-filtradas de Trump na imprensa fizeram mais mal do que bem para o presidente republicano que busca a reeleição em 3 de novembro, e a resposta agressiva parece expor o que eles vêem como uma condução errônea da crise.
A campanha de Biden acusa Trump de cometer “um dos piores erros políticos que um presidente já fez em nossa história”. Novos anúncios de campanha em Estados decisivos dizem que Trump fracassou ao não agir contra o coronavírus, que agora infectou mais de 977 mil americanos e matou mais de 55 mil, e afirmam que ele teria confiado demais na China durante a pandemia.
“Isso nos deu uma questão que é unificadora”, disse Bradley Beychok, presidente da American Bridge 21st Century, um grupo democrata que financia algumas propagandas de campanha.
Mais eleitores registrados dizem que apoiariam Biden, virtual candidato democrata, contra Trump, indicando o democrata com 47% ante 39% de Trump, segundo pesquisa Reuters/Ipsos da semana passada. A liderança de Biden cresceu mesmo após o coronavírus forçou o isolamento do candidato em sua casa em Delaware, onde ele realizou pronunciamentos pouco noticiados.
Mas os eleitores estão mais divididos quando perguntados sobre a crise de Saúde. A pesquisa Reuters/Ipsos descobriu que 52% dos americanos disseram que Biden era mais preparado para liderar a resposta ao coronavírus, enquanto 48% preferiam Trump. O republicano, no entanto, tinha uma vantagem de 53% a 47% quando o público foi perguntado sobre quem era o melhor para administrar a economia norte-americana.
Trump viu apenas um pequeno aumento em sua taxa de aprovação em relação à crise e alguns de seus conselheiros estão preocupados com seus indisciplinados pronunciamentos.
Pesquisas internas conduzidas pelo grupo político Priorities USA, favorável ao ex-vice-presidente e candidato Biden, mostram que, embora o país continue profundamente dividido em linhas partidárias, há sinais de que mais pessoas relacionam Trump e seu gerenciamento de crise aos primeiros pronunciamentos na Casa Branca como uma demonstração de sua liderança na questão.
“Inicialmente as entrevistas coletivas que eles estavam fazendo podem ter beneficiado o presidente, pois as consequências de suas ações não estavam claras e presentes”, disse Guy Cecil, presidente do Priorities. “Um mês se passou e agora estamos com mais de 50 mil mortos”.
Por | – Atualizada às
Uma das vítimas que se recuperou da Covid-19 , o superintendente do Hospital das Clínicas, da Universidade de São Paulo (USP), Antônio José Rodrigues Pereira, disse que não teme que a hospital chegue a um colapso. Com 98% da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ocupada com pacientes infectados pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), o HC está recebendo ajuda da iniciativa privada para criar mais cem leitos até o final de maio.
Engenheiro e administrador, Pereira foi vítima do novo coronavírus há três semanas e apresentou sintomas leves. Em entrevista à Folha de S. Paulo , ele disse que fez uma promessa para Nossa Senhora Aparecida que pretende cumprir após o fim do isolamento social.
Leia também: Covid-19: Mortes no Brasil chegam a 4,5 mil; casos confirmados são 66,5 mil
Sobre a infraestrutura do hospital, Pereira assumiu que há problemas de equipamento, mas de menor complexidade. “Mais uma vez, a sociedade se engajou e nos trouxe diversas doações em dinheiro e isso será transformado em equipamentos”, afirmou.
“Temos problemas de recursos humanos, mas grandes hospitais particulares, como Sírio-Libanês, o HCor [Hospital do Coração] e a Rede D’Or se movimentaram para criar unidades de terapia intensiva. Isso está sendo discutido com a superintendência, a diretoria clínica, o conselho deliberativo e até o final de maio, começo de junho, teremos mais cem leitos de UTI”, completou.
Fonte: undefined – iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-04-27/nao-acredito-em-colapso-diz-superintendente-de-hospital-da-usp.html
O ministro da Saúde, Nelson Teich , afirmou em entrevista coletiva nesta segunda-feira (27) que nenhuma “medida intempestiva” será tomada contra o isolamento social da população. A medida tem sido tomada pelos governos estaduais como a principal forma de combate à proliferação do novo coronavírus (Sars-CoV-2). “Não vai existir qualquer medida intempestiva em relação a isso”, afirmou Teich.
Essa é a primeira coletiva sob o comando de Teich desde a demissão do então ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta. Junto a ele participaram o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira, e o novo secretário-executivo da pasta, Eduardo Pazuello, que substituiu João Gabbardo.
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Durante sua fala, Teich disse que agora é “prioridade absoluta” do Ministério da Saúde garantir a infraestrutura necessária para que as pessoas sejam cuidadas e tratadas da Covid-19 .
Ao comentar os dados divulgados nesta segunda, o ministro ainda disse que pasta se preocupa com as possibilidades de erro das informações que recebe e que “uma das grandes dificuldades de interpretar qualquer informação é trabalhar a certeza que existe nela”.
Ele reforçou que sempre se tenta olhar o que está por trás dos dados, o que está errado, se tem subnotificação ou notificação excedente.
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Ao exibir os gráficos da Covid-19 no Brasil, o secretário Wanderson Oliveira fez uma comparação com o aumento de casos em países como China, Alemanha, Espanha, Itália e Estados Unidos.
A observação dele foi a de que o País está em torno de 42 dias de evolução desde o centésimo caso enquanto os demais países tem tempo maior de circulação do vírus. Nesse cenário, o Brasil está com número de casos confirmados inferior ao das outras nações se forem consideradas as mesmas epidemiológicas.
Fonte: undefined – iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-04-27/nao-vai-haver-medida-intempestiva-contra-isolamento-diz-teich.html
O presidente Trump disse hoje que acha que seria “boa ideia” se as escolas reabrissem, mesmo que por um “curto período de tempo” antes do final do ano acadêmico, que nos Estados Unidos termina em julho. “Acho que você verá muitas escolas abertas, mesmo por um período muito curto. Acho que seria uma coisa boa”, afirmou, acrescentando que os jovens parecem lidar relativamente bem quando infectados com coronavírus…. – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2020/04/27/trump-sugere-que-escolas-abram-por-curto-periodo-antes-do-final-do-ano.htm?cmpid=copiaecola
Algumas atividades manufatureiras e do setor da construção poderão ser reativadas no estado de Nova York a partir de 15 de maio, afirmou neste domingo (26) o governador Andrew Cuomo.
Cuomo esclareceu, no entanto, que esta recuperação deverá ocorrer, inicialmente, na parte norte do estado e não na cidade de Nova York.
“No sul”, onde fica a capital econômica do país, “será um pouco mais complicado”, disse.
Um trabalho de coordenação será realmente necessário com as áreas vizinhas da cidade, onde reside grande parte das pessoas que trabalham em Nova York, avaliou o governador democrata.
As medidas de confinamento no estado estão em vigor no momento até 15 de maio.
A retomada de certas atividades industriais e de construção constitui a primeira fase do plano de reativação da economia no estado.
Depois, será preciso aguardar um mínimo de duas semanas antes de começar a segunda fase, que inclui a reabertura de outras empresas ou escritórios para garantir que a primeira fase não tenha provocado um ressurgimento da pandemia.
O governador destacou de qualquer forma que o reinício das atividades está condicionado a uma nova redução das internações hospitalares em 15 de maio.
O estado de Nova York registrou 367 mortes por COVID-19 nas últimas 24 horas, o menor número desde 30 de março, quando houve 332 óbitos.
Até hoje, a pandemia do novo coronavírus matou 16.966 pessoas no estado de Nova York.
Antes de poder reabrir, as empresas contempladas deverão apresentar às autoridades sanitárias um plano para prevenir os riscos de transmissão do vírus.
O governador informou que uma saída em larga escala do confinamento só poderá ser feita com a reabertura das escolas para permitir que os pais voltem a trabalhar.
As escolas do estado permanecem fechadas e até agora não há uma data precisa para um eventual retorno das aulas, embora o prefeito de Nova York já tivesse dado por encerrado este ano escolar.
Vários estabelecimentos escolares estão avaliando a possibilidade de permanecer abertos durante o verão no hemisfério norte “para recuperar o tempo perdido”, informou Cuomo.
A Alemanha alterou o rumo no domingo sobre qual tipo de tecnologia de smartphone quer usar para rastrear infecções por coronavírus, defendendo uma abordagem apoiada por Apple e Google, além de um número crescente de outros países europeus.
Os países estão buscando desenvolver aplicativos para fornecer uma imagem detalhada do risco de pegar o coronavírus devido à dificuldade de quebrar a cadeia de infecção, uma vez que pode ser disseminada por quem não apresenta sintomas.
O chefe da Chancelaria, Helge Braun, e o ministro da Saúde, Jens Spahn, disseram em um comunicado conjunto que Berlim adotará uma abordagem “descentralizada” no rastreamento de contatos digitais, abandonando assim uma alternativa doméstica que daria às autoridades de saúde controle central sobre os dados de rastreamento.
Na Europa, a maioria dos países escolheu Bluetooth “handshakes” de curto alcance entre dispositivos móveis como a melhor maneira de registrar um contato em potencial, mesmo que não forneça dados de localização.
Mas eles têm discordado sobre o registro desses contatos em dispositivos individuais ou em um servidor central – o que seria mais diretamente útil para as equipes de rastreamento de contatos existentes que trabalham com telefones e batem nas portas para avisar aqueles que podem estar em risco.
Sob a abordagem descentralizada, os usuários podem optar por compartilhar seu número de telefone ou detalhes de seus sintomas – tornando mais fácil para as autoridades de saúde entrar em contato e dar conselhos sobre o melhor curso de ação no caso de serem considerados em risco.
Esse consentimento, no entanto, seria fornecido no aplicativo, e não faria parte da arquitetura central do sistema.
A Alemanha apoiou na sexta-feira um padrão centralizado chamado rastreamento de proximidade de preservação de privacidade pan-europeu (PEPP-PT), que precisaria da Apple, em particular, para alterar as configurações de seus iPhones.
Quando a Apple se recusou a ceder, não havia outra alternativa a não ser mudar de rumo, disse uma fonte sênior do governo.



